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HISTÓRIA ESSENCIAL DE PORTUGAL - VOLUMES I, II, III, IV, V, VI
Duração aproximada: 70-85 minutos
Autoria: Prof. José Hermano Saraiva
Comercialização: Círculo de Leitores, El Corte Inglês, Fnac, Selecções Reader's Digest e Videofono
Imagem: Cor

Na companhia de um excepcional narrador, os episódios mais decisivos da nossa História.

É a primeira vez que uma obra de divulgação com estas características, alcance e relevância surge no panorama audiovisual português.

Uma grandiosa retrospectiva dos principais acontecimentos, apresentados numa narrativa cronológica e com o apoio de imagens recolhidas nos locais referidos.

No lar ou na escola, uma obra tão fascinante como acessível e esclarecedora, idealizada para jovens e adultos.


VOLUME I - DAS ORIGENS À REVOLUÇÃO DE 1245 - 1248
Numa História essencial de Portugal só têm lugar os factos "essenciais", isto é, aqueles acontecimentos que permitem compreender a evolução global das sociedades.

Neste vídeo expõem-se as raízes mais antigas da nacionalidade e dá-se particular relevo à acção colonizadora dos Romanos, aos aspectos sociais da Reconquista cristã, ao despertar da Independência Portuguesa e por fim à primeira grande crise monárquica que culmina com a deposição de D. Sancho II e o reinado de D. Afonso III, o Bolonhês, que introduz uma época nova na História nacional.


VOLUME II - DE D. DINIS À CONQUISTA DE CEUTA (1248-1415)
Este vídeo começa com alguns dados essenciais sobre a vida de Santo António e de Pedro Hispano, o único papa português. Referem-se os progressos da época de D. Dinis e a tragédia da guerra civil que afogou em sangue o fim desse reinado. É no tempo do seu sucessor que Portugal é devastado pela "peste negra", com consequências sociais relevantes.

Da mesma época é o drama da morte de Inês de Castro, para o qual se propõe explicação diferente da que até hoje nos deram.

A crise europeia enche de sombras o reinado de D. Fernando, que além de um casamento afrontoso para o povo, comete os erros de inúteis guerras com Castela e da publicação de leis que impõem o trabalho rural obrigatório. São estes os dados que desencadeiam a crise dinástica que encontra como expoentes o mestre de Avis e Nuno Álvares Pereira e que introduzem uma época nova, marcada pelo triunfo dos interesses da alta burguesia e pela conquista de Ceuta em 1415.


VOLUME III - DA EXPANSÃO À RESTAURAÇÃO (1415-1640)
O Século XV é marcado em Portugal pela expansão atlântica, com a descoberta de toda a costa africana até ao Cabo da Boa Esperança e pela tentativa da formação de um império norte-africano, e fundação de cidades-fortalezas no litoral do Magrebe.

Portugal intervém na política ibérica a propósito da sucessão do trono espanhol. O Rei D. João II define uma enérgica política de autoridade monárquica e concebe o plano de uma ligação marítima directa entre Lisboa e os portos asiáticos produtores de especiarias. A viagem de Vasco da Gama inicia o ciclo do Império Oriental, mas a tragédia de Alcácer Quibir e a morte de D. Sebastião afundam o país numa crise que conduz à perda da independência.


VOLUME IV - ILUMINISMO - POMBALISMO - REVOLUÇÃO LIBERAL E REGENERAÇÃO (1640-1851)
À Restauração de 1640 segue-se uma prolongada guerra só termina em 1668 e que fez mergulhar o País numa crise profunda. É a economia do Brasil que está na base da política adoptada por D. João V e também das ousadas reformas empreendidas pelo Marquês de Pombal que visam modernizar o Estado e consolidar o poder monárquico.

No fim do século XVIII as repercussões das Invasões Francesas fazem-se sentir em toda a Europa e Portugal alinha juntamente com a Inglaterra nas coligações anti-revolucionárias. Isso provoca as Invasões Francesas e a retirada da corte para o Brasil, com a criação de um vácuo da autoridade que desencadeia a Revolução Liberal do Porto, em 1820.


VOLUME V - DA REGENERAÇÃO À REPÚBLICA (1851-1910)
Com a Regeneração instala-se uma relativa paz política durante a qual é possível realizar um amplo programa de melhoramentos materiais: estradas, vias férreas e telégrafos. Os partidos Regenerador e Histórico revezam-se no poder com regularidade, durante os reinados de D. Maria II, D. Pedro V e D. Luís. Cresce rapidamente a classe média, aumenta a população das cidades e a emigração acentua-se. A colonização dos territórios africanos progride com rapidez e o Governo português projecta estender a soberania de Portugal desde Angola à costa do Índico.

Mas esse projecto foi interrompido por um Ultimatum inglês que emocionou todo o País. O Rei e o Governo monárquico foram acusados de não saber defender os interesses nacionais, e o Partido Republicano aumentou o seu dinamismo, ao mesmo ritmo em que se desacreditavam os partidos monárquicos. Uma revolta de civis e militares pôs termo ao regime monárquico e proclamou a República em 1910.


VOLUME VI - DO 5 DE OUTUBRO À ACTUALIDADE (1910-2002)
Proclamada a República foi elaborada nova Constituição, acentuadamente parlamentarista. Em 1916, para evitar a perda das suas colónias, Portugal entrou na Primeira Guerra Mundial. Mas o desgaste do pós-guerra e uma crise nacional geral tiveram por efeito a ditadura militar que governou Portugal desde 1926 a 1933. Por iniciativa dos sectores nacionalistas e conservadores foi aprovada uma Constituição presidencialista que vigorou até 1974.

É esse o período a que se dá o nome de Estado Novo. A fadiga da Guerra Colonial e a crise política provocaram o fim da Segunda República em 25 de Abril de 1974. Após um período turbulento restabeleceu-se a democracia. Portugal vira-se então para a Europa.